sábado, 23 de abril de 2011

(...)
Me abraça e me beija,
Me chama de meu amor...
Me abraça e deseja,
Vem mostrar pra mim o seu calor...

Eu vejo em seus braços
Um laço perfeito,
Me dá essa chance meu bem,
Me veste de beijos...
Me dá essa chance meu bem,
Me cobre de beijos...

~  Ivete Sangalo 
(Composição : Roberto Moura/ Jorge Xaréu)

domingo, 17 de abril de 2011

Noite estranha


a casa tão vazia, sem gente ,sem ao menos uma boa música, isso me faz delirar, fico inquieta,tremo a perna,olho pro nada, nada me convém  dessa tal noite .  Só ouço um som que  surgi do outro lado da rua, e teme a penetrar minha mente ,músicas rolando, sons de automóveis e até vozes. Músicas que sempre são repetitivas, até parece que nunca se cansam do mesmo, e o que faço? Nada, sou sujeitada a ouvir essa mísera algazarra.
Não sei o que faço nessa noite medíocre, que surge e demora a desaparecer.Não, Não sei isso, não sei aquilo, na verdade nada sei. Tudo isso é tão estranho, logo eu que aprecio a noite, o fulgor da lua, o céu, a estrelas, só que, essa não é a noite que contemplo, e me apaixono e que chego a suspirar. Nada está certo hoje.O vento oculto, o céu negro com claridade da lua que chega a iluminar o meu quarto, mais nada disso me faz pensar sobre bela preciosidade que Deus nos dá, a bela natureza da Noite. Mais é isso, nem sempre estamos sujeitos a está de bem com tudo todos os dias.


'Preciso muito que alguma coisa muito muito boa aconteça na minha vida... alguma coisa, alguma pessoa. Acho que tenho medo de não conseguir deixar que o passado seja passado, de aceitar verdades pela metade, de viver de ilusão ! Eu preciso muito muito deixar acontecer o momento da renovação, trocar de pele, mudar de cor. Tenho sentido necessidades do novo, não importa o quê, mais que seja novo, nem que sejam os problemas. Preciso deixar a casa vazia para receber a nova mobília ! Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração ! Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, quem sabe um castelo. '
-Viver amanhã é muito tarde. Viva hoje




quarta-feira, 13 de abril de 2011

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Esse é só um dos sintomas, ficar muito tempo deitado. Tem outros, físicos. Uma fraqueza por dentro, assim feito dor nos ossos, principalmente nas pernas, na altura dos joelhos. Outro sintoma é uma coisa que chamo de pálpebras ardentes: fecho os olhos e é como se houvesse duas brasas no lugar das pálpebras. Há também essa dor que sobe do olho esquerdo pela fronte, pega um pedaço da testa, em cima da sobrancelha, depois se estende pela cabeça toda e vai se desfazendo aos poucos enquanto caminha em direção ao pescoço. E um nojo constante na boca do estômago, isso eu também tenho. Não tomo nada: nenhum remédio. Não adianta, sei que essa doença não é do corpo.


~ Caio F. Abreu